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Sem conseguir andar à semi-independente: Reabilitação da Vila evolui quadro de paciente

A reabilitação e a melhora do quadro clínico de cada paciente podem ser observadas através da história de cada um dos 334 internos da Vila São Cottolengo. Neryanne da Silva é uma destas histórias. Paciente da Unidade Nossa Senhora Aparecida, a jovem mora na Vila desde 2016, chegou sem andar e não realizava nenhuma atividade de socialização, hoje é observada uma melhora considerável na qualidade vida desta paciente, inclusive colocando-a na condição de semi-independente.

Segundo informações da Assistente Social Marisa Meira Rocha, Neryane, natural da Cidade de Goiás, foi deixada pelo pai em 2010 em um Lar para Idosos na cidade de Jussara, mesmo não tendo 60 anos, e foi ali que a família teria encontrado suporte para atender as necessidades dela.

“Eu me lembro que os profissionais do Lar de Idosos nos disseram que o pai acabou abandonando ela depois de certo tempo e não havia mais formas de entrar em contato com os familiares”, diz a assistente social.

Em 2015, devido a uma determinação do Ministério Público, a instituição não pôde mais atender pacientes que não fossem idosos, sendo assim Neryanne foi encaminhada para a Vila São Cottolengo. Marisa a visitou na época em que ela morava no Lar para Idosos e lembra que ela não conseguia andar ou até mesmo falar.

“Lá ela arrastava pelo chão, a cama era sem pé para facilitar a locomoção dela no quarto, ela não conversava, mas se fazia entender. A alimentação era ofertada por um cuidador. Em 2016, ela veio para Vila e ficou sob os cuidados da equipe multiprofissional”, afirma.

A chegada na Vila

Nesta época, Neyriane foi recebida pelo Terapeuta Ocupacional Kelson Klay Oliveira da Silva, que passou a acompanhar e realizar treinos de atividades práticas de vida diária (AVD) e a estimular a paciente para realizar diversas atividades.

“Eu fui observando aos poucos que ela sabia fazer o movimento de pinça com as mãos, mas faltava o treino. Daí começamos os treinos das atividades práticas de vida diária, a partir da avaliação dos profissionais da equipe Multiprofissional da Vila. Cada profissional, dentro da sua área, foi traçando um plano terapêutico singular”, diz o terapeuta.

Tão grandioso foi o cuidado que, atualmente, é notável a melhora da paciente. Segundo Kelson, hoje Neryanne consegue socializar-se, comer sozinha e fazer caminhada diariamente, resultado do árduo trabalho de todos os profissionais da Vila.

“Hoje a Neryanne consegue se alimentar sozinha, ela consegue pegar a colher e comer. Consegue pegar uma fruta e comer, como, por exemplo, descascar uma banana sozinha. Hoje ela é semi-independente, faz o uso dos aparadores, fixador e a colher. Sinto um sentimento de gratidão em ver a melhora dela”, ressalta.

A Vila São Cottolengo possui a missão de levar vida com qualidade à pessoa com deficiência, e são histórias como esta que mostram que a instituição está seguindo o seu caminho de fazer o bem aos mais necessitados, como expressão da ação evangelizadora da Igreja Católica.

Sávio Faleiro

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